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domingo, 5 de junho de 2011

Saudades de Porto Alegre!

De cara para o Gasômetro!
Foto de Marcelo B. R.

Vista de cima da Usina do Gasômetro: que saudade!
Foto de Marcelo B. R.

Após estar morando na Zona Oeste do Rio DE JANEIRO (perto de Bangú) por quase seis meses (os mais longos de minha vida), percebo que só há um lugar em que sou feliz. Esse lugar é Porto Alegre. Lá tenho minha família, meus amigos, meus costumes, minha terra, minha vida! Porto Alegre é meu porto.

Coisas simples das quais sinto falta: feira de sábado no Largo da Epatur; Mercado Público; Café do Mercado; Zaffari-Bourbon; Redenção; frio (de verdade); gente bonita e educada; não estar cercado por favelas; ter um pouco mais de segurança; carne boa para churrasco; carvão que não seja tão caro quanto a carne; andar a pé pela cidade; poder pegar um ônibus ou lotação; ter lugar pra sentar no ônibus ou lotação; pegar um trem que não precise de vagões separados para mulheres, pois as pessoas se respeitam um pouco mais; não ter que ir ao outro lado da cidade para achar uma pediatra para a minha filha; marcar hora com o médico e ser atendido na hora; e outras milhares de coisas...

Parque da Redenção bem cedinho no sábado
Foto de Marcelo B. R.

"Cerração
Tempo frio
Chimarrão
Alma quente
Em Moscou
No Japão
Onde eu vou
Não importa
Porto Alegre é meu porto
Da tristeza ao Bom Fim
Quanta gente maldita
Que saudades de mim
Redenção
Vento frio
Beijação
Gente quente
Quem eu sou
Onde vou
Meu irmão
Não importa
Porto Alegre é meu porto
Cerração
Chimarrão
Redenção
Alma quente
Armação
Viração
Beijação
Gente quente
Quem eu sou
Onde estou
Quando vou
Não importa
Quem soy yo
Quem sujô
Meu amor
Não importa
Porto Alegre é meu porto"
(Kledir Ramil)

sábado, 29 de agosto de 2009

Manhã de sábado em Porto Alegre

Após o alvoroço da Nova Gripe (H1N1 H2O H2SO4), as aulas da minha esposa na UFRGS e da minha filha no colégio sofreram alterações. Uma beleza! Todos os sábados com aula. Eu, que não trabalho aos sábados, pensei: "O que posso fazer para transformar esse limão em limonada?"
Bem, a solução foi acordar às 06:00 horas para sair às 06:50, deixar minha filha às 07:10 no colégio e aproveitar o tempo com a minha esposa, cuja aula só começaria às 08:30, na Reitoria da UFRGS.
Fomos matear na Redenção. Assim, percebi que a Redenção (Parque Farroupilha) é muito melhor no sábado pela manhã do que nos domingos de Brique. O bom é que há muito menos gente circulando. Depois de deixar minha esposa na aula, fui... ao Mercado Público (é claro!). No caminho me deparei com uma rua Sete de Setembro, que no dia a dia é uma muvuca, praticamente vazia. O calçadão (Rua da Praia) estava espaçoso. Quase chegando no Mercado, encontrei o Quico, amigo da turma do Chaves, em plena Borges de Medeiros. Realmente foi muita coincidência, uma vez que eu usava a camiseta do Quico que ganhei de aniversário da minha irmã.
Chegando no Mercado, o de sempre: compras no Empório, no açougue San Remo e na peixaria Japesca. Hoje, não tive tempo para o cafezinho, até porque estava muito quente. Fica para durante a semana. Pra finalizar, fui ao Centro Popular de Compras (camelódromo novo), onde comprei uma raquete de dar choque elétrico em moscas para a minha mãe. Essa raquete é um sarro, pois é um armamento de destruição de moscas em massa. E ainda dá para torturar as que vão resistindo!
Enfim, ganhei a manhã e realmente transformei o limão em limonada!
Bom domingo a todos.

Redenção às 07:50 da manhã de sábado
Foto de Marcelo B.R.


Redenção às 07:55 da manhã de sábado
Foto de Marcelo B. R.


Rua Sete de Setembro às 08:45 de sábado
Foto de Marcelo Rodrigues


Calçadão às 08:50 de sábado
Foto de Marcelo Rodrigues


Quico em plena avenida Borges de Medeiros
Foto de Marcelo B. R.


Minha camiseta do Quico
Foto de Marcelo B. R.